Sunday, July 27, 2008

14:56, 27 Julho 2008

Faz-me falta ter o meu espaço, a minha total privacidade, a minha solidão.
Faz-me falta ser eu mesma só para mim. Pensar baixinho com os meus botões sem ter de partilhar e não sentir que sou obrigada a faze-lo. Sem porquês nem explicações, sem mapas nem relógios, sem sinais de vida sem sentido.
Ser genuina e autentica. Ser livre. Ser, egoista e inteiramente, eu.
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Wednesday, October 17, 2007

17Out 18:51

Bem, há mesmo muito muito tempo que Ela não vem aqui, quer dizer, eu não venho. Tanta coisa aconteceu, tanta coisa mudou. Apenas, Ele e Ela são finalmente UM! =D
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Saturday, July 21, 2007

21Julh -14:13

Já passaram uns diazitos e Ela não voltou a por aqui os pés. Não há muita coisa para acrescentar. Eles continuam a trocar sms’s, mas nunca mais se encontraram. Até mandam umas indirectas acerca de um novo encontro, mas por enquanto não está nada combinado. Bah! mesmo sem vontade de escrever.

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Wednesday, July 18, 2007

17Julh - 3:02

Impressionate a vontade que ela tem de não escrever. Está-se mesmo nas tintas para isto, para tudo, menos para Ele claro.

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Tuesday, July 17, 2007

16Julh - 3:27

Estes dias não deu para Ela vir escrever, até se esqueceu disto =(  Também não grandes avanços esses dias. O grande dia foi hoje =D Com a desculpa de cumprir a aposta (andar às cavalitas ^^), Eles marcaram um encontro, FINALMENTE. Depois de muito “escolhe o dia” “nao, escolhe tu” (…), lá chegaram a um acordo e encontraram-se hoje dia 16 Julho perto das 15:30. Foi … estranho. Ele no ínicio mal olhava para o rosto dela. Ela tem a sensação que falou pelos cotovelos, que disse coisas que não interessavam nem ao menino Jesus =/ Whatever, já passou. Falaram, custou um bocadinho, ficavam sem assunto e quando isso acontecia, Ela dizia “é é” e começava ali uma guerra de sons =D Começaram a descontrair mais, sintar-se mais à vontade e depois até a tabuada Eles disseram. São momentos que não são para explicar, mas para viver e sentir. Ela viveu, ela sentiu, ela gostou. Perto das 18h a mãe dela veio busca-la. Durante 20 min, mais ou menos, o telemóvel Dela não tocou. Depois sim, o famoso standart da nokia. “=D” dizia a sms. Ela respondeu “=P”. Ele respondeu, dizendo que tinha gostado muito de estar com Ela, e Ela retribuiu. BAh! Hoje Ela não está com vontade nenhuma nenhuma de escrever. Hoje, já vão em 162, até agora, mas promete mais.. =D

Boa noite

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Saturday, July 14, 2007

13Julh - 3:34

Hoje continuaram com a conversa da timidez. Disseram que iriam perdê-la. Ela disse-lhe que quando o visse ia sorrir, e Ele teria de fazer o mesmo. Ele aceitou. Mas o estranho é que
Ela ja sorriu varias vezes antes para Ele, e Ele envergonhado, virava sempre a cara. Vamos ver o que acontece desta vez. Ela espera sinceramente que percam a vergonha, senão isto não dá e nada e Ela está oficialmente apaixonada. BAh! Dá para perceber tão bem que Eles estão tão ansiosos por se encontrarem! Eles querem mesmo isso, mas está tão complicado que isso aconteça. Aih! Ela está mesmo desesperada! Bah, adoro-te rapaz!

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Friday, July 13, 2007

12Julh - 2:22

Não há avanços entre Ele e Ela. Hoje apenas deram a entender que se algo ainda não se passou, é porque os dois são muito, muito envergonhados. Como comentário à sua timidez, Eles apenas comentam ” =/ “. Nota-se que Eles têm mesmo muita pena em serem tão envergonhados. Ela hoje não está para grandes conversas. Continua triste, não amuda. E muito muito envergonhada (L)!

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Wednesday, July 11, 2007

11Julh - 20:26

Foi ontem a tal noite. Sim ele foi, sim eles viram-se, sim eles tentaram desviar os olhares e sim eles não se falaram! Havia uma aposta, mas nenhum deles teve coragem de a cumprir. Deixando as emoções de lado e seguindo uma ordem cronológica a noite teve muito que se lhe diga. Ela tem a certeza que vai, ele tenta convencer os papás. Ele vai. Ela sai de casa, encontra-se com os amigos e vão para o sítio de partida da peregrinação. Ela encontra um amigo que por acaso é amigo dele e que sabe mais ou menos da história. O amigo nem queria acreditar quando falou no nome Dele e os olhos Dela brilharam, e soltou um sorrisinho maroto. Ele, o amigo, pôs em hipotese isto não dar em nada por Ele, o tal, ser muito tímido, mas também estava felicissimo por poder vir a acontecer algo. Eu avisei-O,  que estava com o amigo e estive para ali a servir de pombo correio =D Era meia noite e meia quando começamos a andar. Ele e ela sempre em contacto, telemovel claro. Estavamos com o passo acelerado e claro mochilas carregadissimas. E depois já se sabe, bebemos, bebemos, bebemos . . . Ela bebeu, muito, estava “alegre” mas ainda conseguia mandar-Lhe notícias. Respondia a todas as mensagens, e sim sabia o que estava a escrever. Na barragem decidiu arrumar o copo. Gosta quando consigue levar a sério as suas decisões. Fomos andando, andando, segurando-nos uns aos outros. Ela teve uma conversa com um amigo, uma pessoa quando não está no seu juízo perfeito diz coisas que não devia. Começaram a falar de amores e paixões, e confessaram-se, apartir daquele momento já não era Ela e o Sentimento. Era Ela, Um amigo, O sentimento e O alcool. Ela viu-O lá na festa de Gração, mas mais uma vez nenhuma palavra nenhum sorriso, num cumprimento foi trocado. Mas mesmo assim Eles não paravam de trocar mensagens. Ela chegou lá bem mais depressa que ele, ainda deu as voltas à capela e voltou para cima para a estrada. Finalmente, chega Ele e o seu grupo e claro nem um olhar foi trocado.  Vendo que a “noite” está a acabar, Ela diz -Lhe que tal como tinha dito Ele não cumpriria a aposta. Quase como, provocação. A bateria do telemovel dela acaba. E é aí que chega o momento mais difícil da noite ( e a caminhada custou bastante), a hora da partida. Não é o partir que foi difícil. Foi partir, no mesmo autocarro que Ele partia. Não nos tinhamos visto, pelo menos eu não tinha. Ele estava lá, sentado de pernas esticadas na última fila, e Ela despachada como é, depois de terem entrado dois amigos vai em direcção á ultima fila. Fica burra quando vê um amigo dele, o rapaz também ficou espantado. Aí ela pensou, “calma, se este está aqui Ele também está”! E estava. O espanto dos dois que não sabiam onde se enfiar. Ele deslizou sobre o banco de maneira a tapar o rosto. Ela sentou-se umas quatro filas à sua frente mais ou menos, e o amigo da confissão sentou-se  com ela. Iam os dois no banco, e ela não resiste e confessa, mais uma vez, ao amigo que Ele estava ali. Ela levou um gozinho, no estado em que o amigo estava ele era capaz de tudo. A viagem correu, ela agiu normalmente, falou, gritou, virou-se para trás para falar com os amigos. Ela queria tanto vê-lo, mas não podia! Ela não podia olhar! Ela não teria razões para a olhar. A viagem acabou, fomos saindo. Ela saiu e seguiu o seu caminho. Ela ficou lá estatelada num banco de paragem. Hoje, quando chegou a casa às 9h, ela tomou um duche rápido, e antes de dormir, virou e revirou o telemóvel. Leu tudo que tinha de ler, viu as imagens todas, só depois é q conseguiu adormecer. Dormiu pouco e mal, como se tivesse a ter algum pesadelo. Até acordou bem disposta, mas como costuma acontecer depois destas festas com muito alcool, ela fica amuada. Ela está amuada. Ela está triste. Ela está apaixonada. 

 

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Tuesday, July 10, 2007

9Julh - 3:10

Hoje não lhe apetece mesmo nada escrever. So aqui veio para fazer referência ao dia 9. Amanha é a tal noite da ‘peregrinação’ a S.Bento de Ermelo. Ela está esperençosa para amanhã, por uma unica e simples razão: ele talvez também vá. Ela nem sabe se ele vai, se o vai ver. Mas ela quer muito que ele vá, que eles se encontrem, ou que se vejam pelo menos. Ela queria tanto que acontecesse alguma coisa nessa noite! Que eles falassem! Que dissessem “Olá!”! Bolas , ela já está farta de só o “ver” no telemóvel! De nunca ter olhado bem para o seu rosto! De nunca lhe ter dito “vai chover amanhã”! Mas ela não tem coragem de lhe dizer, por mensagem, que acha que já era altura de eles se encontrarem! Mas que raio, que rapaz tímido. Ela está um pouco revoltada, vai dormir e pensar numa maneira de chegar até ele. Bah!

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Monday, July 9, 2007

8Julh - 2:57

Acabou por nem ir à piscina, não tinha companhia. A vontade de escrever nem é assim tanta, pelo menos aqui no computador. Pode ser que amanhã seja um melhor dia.

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